Turismo de Negócios de BH

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Turismo de Negócios e Eventos - Belo Horizonte

CARNAVAL MOVIMENTA A ECONOMIA E COLOCA MINAS GERAIS ENTRE OS DESTAQUES NACIONAIS

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Segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio, estado está entre os três que devem registrar o maior faturamento

Em ritmo de Carnaval, Minas Gerais acaba de ser listada entre os três estados brasileiros que mais movimentam a economia por meio do turismo durante o maior feriado do calendário brasileiro, conforme informações da pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

As movimentações em Minas Gerais, que ocupa o terceiro lugar no ranking, atrás apenas do Rio de Janeiro e São Paulo, chegam a R$ 332,7 milhões. Girando toda a cadeia do turismo, o Carnaval gera receita em diversos setores, com destaque para o transporte, hotéis e alimentação. Além disso, o momento gera emprego e renda junto às esferas envolvidas.

“É com grande alegria e satisfação que Minas Gerais recebe essa notícia. As atividades turísticas estão voltadas para o bem estar dos nossos visitantes que, com certeza, serão bem recebidos em todos os municípios mineiros”, declara o secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Ricardo Faria.

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A VEZ DO TURISMO DE NEGÓCIOS E EVENTOS

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O turismo de negócios e eventos é o terceiro principal motivo da vinda de turistas estrangeiros para o Brasil e é um apoio indispensável para a economia do setor. De acordo com dados oficiais, em 2015, a modalidade movimentou mais de R$13 bilhões no país e cresceu 400% de 2005 a 2015.

Todo esse boom de realização e promoção de eventos e negócios tem razão de ser: há inúmeros benefícios à indústria por trás desse ramo. Combate à sazonalidade, atração de novos públicos, aproximação com o trade turístico são alguns exemplos. A geração de novas receitas também é também um dos resultados, já que o turista de negócios tem o gasto médio 3 vezes maior que o turista de lazer (mais de US$ 300/dia), de acordo com dados do MTur em 2015. É um impulso a mais para a economia e capitalização do potencial turístico de um destino.

Segundo o MTur, em 2016, o Brasil sediou quase 900 eventos turísticos em todas as regiões.

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SETUR E PARCEIROS APRESENTAM BELO HORIZONTE AOS SUÍÇOS

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A Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (SETUR-MG), juntamente com a Belotur,  BH Airport e o Belo Horizonte Convention & Visitors Bureau, recebeu nesta terça-feira (24) uma delegação da suíça para um tour pela capital. A equipe conheceu diversos atrativos da cidade e se mostrou encantada pelas obras visitadas. A delegação era composta por cinco jornalistas de importantes veículos de comunicação da Suíça e colaboradores do aeroporto de Zurique.

O roteiro iniciou pela Casa do Baile onde a equipe das entidades envolvidas deram as boas- vindas aos convidados e entregaram kits com diversas informações. Conheceram ainda um pouco da proposta atual do equipamento que é um Centro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e do Design que valoriza tanto os espaços construídos e simbólicos da cidade, quanto os objetos que se tornaram referência na vida cotidiana de nossa sociedade. Passaram também para conhecer as curvas de Niemeyer e os painéis de Portinari da Igrejinha da Pampulha, representando o nosso Patrimônio Cultural da Humanidade.

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NOVO PRESIDENTE DA BELOTUR PLANEJA CRIAR COM RIO E SÃO PAULO CIRCUITO SUDESTE

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Acostumado a comandar a produção de grandes espetáculos e ter sob controle equipes que compreendem e atendem de filigranas jurídicas a pedidos esdrúxulos de artistas, o empresário Aluizer Malab assumiu um desafio diferente e único: a presidência da Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur). A seu favor o novo gestor tem um extenso currículo que inclui entre outros, a proeza de trazer para a Capital um seleto time de artistas internacionais como Elton John, Beyoncé, David Guetta, Iron Maiden, Robert Plant, Fatboy Slim e Paramore. Já em nível nacional, Malab promoveu a reunião de importantes bandas brasileiras como Legião Urbana, Os Mutantes e o espetáculo Flausino e Sideral cantando Cazuza. Além de shows, também constam no portfólio de sua produtora os festivais: Creamfields, Festival Internacional de Teatro de Palco e Rua (FIT), NET Claro Festival e Festival Sociabilização, Arte e Cultura na Infância (Saci).

Ao encarar os desafios de uma administração que promete responsabilidade e rigidez com os gastos públicos, além de um orçamento bastante restrito, ele se vale dos conhecimentos adquiridos nas faculdades administração de empresas e ciências econômicas e especialização em gestão cultural, que cursou em Belo Horizonte, além de cursos nas áreas de marketing e produção cultural. “Produtor ­ que é o que sou, na verdade ­ é um grande fazedor. Somos movidos por projetos e as condições nunca são as melhores. O exercício de vida que tem um produtor me deu musculatura para desafios”, avalia Malab, que após mais uma reunião para estabelecer a estrutura para o Carnaval, dessa vez com o comando da Polícia Militar, recebeu o DIÁRIO DO COMÉRCIO para uma entrevista exclusiva.

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FOLIÕES DEVEM IMPULSIONAR A ECONOMIA DE BELO HORIZONTE

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São esperadas 2,4 milhões de pessoas

Espontâneo e de rua, o Carnaval de Belo Horizonte tem atraído gente de todo o País. Segundo a Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur), são esperados 2,4 milhões de foliões no período entre 11 de fevereiro e 1º de março. 363 blocos se cadastraram para desfilar pelas ruas da Capital, 30% a mais que em 2016. Tudo isso impacta a economia da cidade. De acordo com o diretor de Eventos da Belotur, Gilberto Castro, não há dúvidas sobre a consolidação da festa e sua importância no calendário de eventos da Capital.

O orçamento estimado pela Prefeitura para estruturação do reinado de Momo é de cerca de R$ 10 milhões. Dados do Observatório do Turismo apontam que no ano passado 100 mil visitantes foram recebidos, com estadia média de 3,5 dias e tíquete médio de R$ 160 por dia, somando aos cofres da cidade R$ 55 milhões. A expectativa é que o valor dobre em 2016.

“A cidade ganha, além dos impostos gerados, a criação de oportunidades de trabalho. Cadastramos, por exemplo, mais de 1,4 mil ambulantes. Se eles não geram impostos diretos, geram renda que vai ser gasta na própria cidade. Isso sem falar que muitos estão desempregados, então promovemos também dignidade. Todo o setor de eventos também é favorecido nessa época. Temos relatos de prestadores de serviços que têm todo seu material e pessoal empregado durante a festa. Isso vai desde banheiros, material de palco, grades, e uma infinidade de produtos”, exemplifica Castro.

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